Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Curiosidades. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 5 de julho de 2011

bon appétit


Para combater aquecimento global, Brasil estuda incluir insetos na dieta do povo

Débora Spitzcovsky 1 de julho de 2011

Foto: Luigi Mamprin


Já pensou ir ao supermercado e, ao invés de 1 kg de carne bovina, comprar 500 g de gafanhoto, grilo ou larva de formiga? Pois esta realidade pode fazer parte da vida de todos os brasileiros muito em breve!

Dono de uma companhia que cria e comercializa insetos, o empresário mineiro Luiz Otávio Pôssas Gonçalves pediu ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento que reconhecesse seu negócio como um “estabelecimento produtor de insetos para consumo humano” e acabou fomentando, no governo, o debate sobre a legalização da entomofagia – isto é, a prática de comer insetos – no Brasil.

O Ministério da Agricultura ainda não respondeu ao pedido de Gonçalves, mas pediu indicação bibliográfica ao empresário, alegando que se trata de tema polêmico, mas que será discutido, por representar oportunidade real de combater o aquecimento global no Brasil e no mundo.

Isso porque, de acordo com pesquisas da Universidade de Wageningen, na Holanda, a criação de insetos emite uma quantidade de gases do efeito estufa muito menor do que a pecuária. No caso de gafanhotos, por exemplo, a emissão de metano chega a ser 10 vezes menor e a de óxido nitroso, 300 vezes. Além disso, a produção de insetos também ajudaria na preservação das florestas, que não precisariam ser destruídas para o avanço das pastagens.

Dados da FAO – Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação – que também anda discutindo a possibilidade de incluir insetos na dieta humana – ainda mostram que cerca de 80% dos países possuem insetos em seu cardápio e 23 dessas nações ficam no continente americano. Será que o Ministério da Agricultura legalizará a entomofagia e o Brasil será o próximo a entrar, oficialmente, para essa lista?

Caso a proposta de Gonçalves seja aceita, para a entomofagia, realmente, fazer a diferença no combate ao aquecimento global, a população teria que trocar a carne bovina e suína pela de inseto. Você trocaria?


Fonte: http://super.abril.com.br

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Os Sonâmbulos podem ser acordados


Esqueça aquela história de mal súbito ou ataque cardíaco. Isso é lenda! O máximo que pode acontecer a um sonâmbulo caso ele seja acordado durante uma crise de sonambulismo é ele tomar um susto. Sim, porque acordar um sonâmbulo que está andando pela casa não é muito diferente de acordar alguém que esteja dormindo normalmente na cama.

"Durante a crise de sonambulismo, a pessoa sai do estado de sono profundo, mas não fica totalmente consciente", explica o neurologista Luciano Ribeiro, do Instituto do Sono da Unifesp. O sonâmbulo ativa suas funções motoras durante o sono, explica Ribeiro. Mas isso acontece antes de ele entrar na fase REM - sigla em inglês para "movimento rápido dos olhos", o período em que a gente mais sonha. "Apesar da atividade, sua consciência permanece adormecida."

O resultado é que, mesmo dormindo, o sujeito se levanta, sai andando, abbre a geladeira, arrasta móveis... E pode até sofrer um acidente, como tropeçar ou rolar escada abaixo. O ideal é reconduzir o sonâmbulo para a cama sem despertá-lo. Se não der, pode acordá-lo sem qualquer receio. Afinal, melhor levar um susto do que acabar com uma perna quebrada.


Fonte: revista superinteressante edição 289-A/Mar2011


quarta-feira, 27 de abril de 2011

Isaac Newton: fé e física

Isaac Newton, quem diria, era um religioso fanático, obcecado por experiências místicas. E esse lado oculto foi essencial para ele se tornar o pai da ciência moderna.

por Leandro Narloch


O homem que descobriu a gravidade e as leis do movimento, criou a ótica e reinventou a matemática também legou à humanidade receitas para transformar metais em ouro, remédios feitos com centopéias e uma lista de pecados que costumava anotar em seus cadernos. Passou a vida estudando a Bíblia para prever quando Jesus voltaria à Terra.

Contraditório? Não para a época. Quando Isaac Newton nasceu, na Inglaterra de 1642, matemática, religião, ciência e magia se confundiam. Astronomia e astrologia eram a mesma coisa. Alquimia e química também. “O século 17 foi uma transição entre a Idade Média e o Iluminismo”, afirma o físico Eduardo de Campos Valadares, professor da UFMG e autor do livro Newton - A Órbita da Terra em um Copo d·Água. “Os homens que criaram o nosso jeito de pensar viveram com idéias medievais, barrocas, e tementes a Deus.”

No caso de Newton, o misticismo e a religião não só conviveram com a ciência como a fortaleceram. “Seu mergulho profundo nas experiências alquímicas e nas raízes da teologia pode ter influenciado seus pensamentos a respeito de uma visão mais ampla do Universo”, afirma Michael White, autor da biografia Isaac Newton – O Último Feiticeiro.

Até o século 20, Newton era conhecido como um cara racional. Após sua morte, escritores trataram de ressaltar seus feitos e sua obra-prima, o Philosophiae Na-turalis Principia Mathematica (“Princípios Matemáticos da Filosofia Natural”). Nesse livro, ele mostrou, matematicamente, que um corpo parado ou em movimento tende a ficar assim se não houver outra força na jogada. Com a Lei da Gravitação Universal, Newton provou que todos os corpos do Universo, seja a Lua ou uma maçã, obedecem à mesma força de atração. Mas o outro lado de Newton passou batido. Só veio à tona em 1936, com o economista John Maynard Keynes, o criador da Teoria do Estado de Bem-Estar Social. Depois de ter acesso a documentos e anotações do físico, Keynes deu uma palestra mostrando-o como um místico e fanático. “Newton não foi o primeiro da Idade da Razão. Foi o último dos mágicos”, disse Keynes.

Newton morreu afirmando que o movimento e as órbitas dos planetas eram definidos por Deus, assim como a composição da matéria. “Se os homens, animais etc. tivessem sido criados por ajuntamentos fortuitos de átomos, haveria neles muitas partes inúteis, aqui uma protuberância de carne, ali um membro a mais. Alguns animais poderiam ter um olho só, outros, mais dois”, escreveu.

Científico e religioso, ele fez da matemática um modo de estudar a Bíblia. Fazia cálculos imensos para confirmar as histórias bíblicas mais inverossímeis. Um exemplo é a criação do mundo em 7 dias. Newton acreditava na criação por Deus e, para resolver o problema de um tempo tão curto, observou que a Bíblia não afirma quantas horas durava um dia no momento da Criação. Como ainda não existia Terra nem movimento de rotação, um dia poderia ser quanto Deus decidisse. Para fazer previsões sobre o futuro do mundo, Newton não se baseou nos dias contados pela Bíblia. Ele tomou como base o gafanhoto, uma das pragas de Deus no Antigo Testamento, que vive em média 5 meses. A partir desse número, ele cravou que os judeus voltariam a Jerusalém em 1899, e em 1948 ocorreria a segunda vinda de Cristo à Terra. Depois, se passariam 1000 anos de paz.

Previsões eram importantes porque a vida, na época, não era nada fácil. Nos anos 1600, 90% da população inglesa vivia no que se chama hoje de pobreza absoluta. Em 1665, 100 mil ingleses morreram de peste negra. Em 1666, “ano da Besta”, a peste continuou e, para piorar, um incêndio queimou 13 mil casas e 87 igrejas de Londres. Procissões anunciando o fim do mundo eram comuns nas estradas da Inglaterra.

No best seller O Código Da Vinci, Newton aparece como um dos membros do Priorado de Sião, a organização secreta que protegeria dos católicos o segredo de Maria Madalena como mulher e sucessora de Jesus. Nada se sabe sobre o priorado ou a crença de Newton em Maria Madalena, mas o resto de suas idéias passa perto do livro de Dan Brown. Puritano radical, Newton seguia o arianismo, doutrina que considerava Jesus Cristo um intermediário entre Deus e os homens. Essa visão é contrária à da Igreja Católica, que tem como símbolo máximo de Deus a Santíssima Trindade (“Pai, Filho e Espírito Santo”).

A Igreja Católica era tudo o que Newton mais odiava. Chamava-a de Anticristo – ou de a “meretriz da Babilônia” – e acreditava que todas as mentiras do mundo tinham começado no Concílio de Nicéia, em 325. O concílio estabeleceu toda a simbologia cristã que se usa até hoje. Ali foi decidida a força da Santíssima Trindade e a ambivalência entre Jesus e Deus. Newton achava que isso era fruto da corrupção dos políticos romanos, preocupados em conquistar mais fiéis.

Para o biógrafo White, a fascinação de Newton por uma figura bíblica, o rei Salomão, influenciou na criação da gravitação universal. Salomão teve seu templo construído por volta de 1000 a.C., em Jerusalém. Seguindo o Livro de Ezequiel, Newton imaginou o templo com um fogo central, onde aconteciam sacrifícios, e os discípulos de Jesus colocados em círculo ao redor. “É visível o paralelo entre o sistema solar e o templo: os planetas correspondem aos discípulos, e o fogo do templo é o modelo do Sol”, afirma White.

Metal em ouro

Newton foi uma criança solitária. Aos 3 anos, a mãe o deixou com parentes e foi se casar com um coroa rico. O filho passou a infância lendo livros de teologia, que discutiam detalhes complicados da Bíblia. Aos 13, leu Os Mistérios da Natureza e da Arte, de John Dare, livro que copiou quase inteiro e usou como fonte de inspiração. O maior passatempo era brincar no laboratório de um boticário que o hospedou por um tempo. Foi ali que ele teve o primeiro contato com a química. Passava os sábados sozinho no fundo da botica, inventando remédios e anotando doenças – montou um caderno com 200 delas. Na escola, era relaxado e autodidata. Só começou a estudar matemática aos 19 anos, quando entrou no Trinity Colegge, em Cambridge. Depois das aulas, anotava os pecados que havia cometido: “desejar a morte ou esperar que ela ocorra a alguém” ou “roubar cerejas”.

Quando adulto, Newton virou um chato. Passava a maior parte dos seus dias sozinho com suas pesquisas. Como aluno e depois professor em Cambridge, tinha poucas conversas. Se ofendia facilmente, era vingativo e preferia não publicar seus trabalhos. Quando publicava algum, escrevia somente em latim e proibia que os textos fossem traduzidos para o inglês. Não queria que qualquer alfabetizado tivesse acesso a suas obras e pudesse criticá-lo. Newton nem mesmo tinha alunos. “Tão poucos iam ouvi-lo, menos ainda o entendiam, que com freqüência ele, por falta de ouvintes, lia para as paredes”, escreveu em diário seu assistente na universidade.

Newton gostava de trabalhar sozinho porque tinha medo que descobrissem sua arte secreta: a alquimia. No século 17, os experimentos alquímicos atingiram o auge. Por toda a Europa, vendedores de manuscritos ilegais distribuíam teorias sobre a pedra filosofal e guias para obter o elixir da longa vida. Newton era fascinado por esses objetivos e pela idéia de conseguir achar uma explicação única para todos os fenômenos da natureza. “Ele encarava o aprendizado como uma forma de obsessão, uma busca a serviço de Deus”, afirma James Gleick, autor de Isaac Newton. “Os alquimistas trabalhavam como uma sociedade secreta, com medo da perseguição da Igreja”, diz Valadares. Eles usavam pseudônimos e se comunicavam por códigos. O criador da gravitação universal se chamava Jeová Sanctus Unus, um anagrama de Isaacus Neuutonus, seu nome em latim.

Em 1970, uma análise química mostrou uma concentração enorme de chumbo e mercúrio nos cabelos de Newton. Era o que se esperava. Por quase 30 anos, entre 1666 e 1696, época em que produziu a maioria de sua obra científica, Newton gastou muito mais tempo tentando criar o mercúrio filosofal que estudando as leis do Universo. Passava noites em claro cercado de fornalhas, misturando metais em um cadinho. Anotava metodicamente verbetes e experiências. Em 1670, os rascunhos viraram o livro A Chave, formado por receitas e verbetes alquímicos. Também fazia experimentos esquisitos, como ficar olhando para o Sol o máximo que conseguisse só para ver o que aconteceria e enfiar furadores nos olhos para tentar descobrir o que havia atrás.

Esse alquimista começou a aparecer na cena acadêmica da Inglaterra com a criação de um telescópio de reflexão, em 1669. Tratava-se de um modelo pequeno, quase do tamanho de uma luneta, capaz de mostrar Júpiter e suas luas. O aparelho virou febre nas reuniões da Royal Society, o clubinho de cientistas da época, e foi apresentado ao rei Carlos 20. Depois, Newton cedeu à insistência de um amigo e decidiu encaminhar à sociedade um texto sobre a Teoria das Cores. Com o artigo, o mundo ficou sabendo que a cor branca era a soma de todas as outras – e o prisma era capaz de separá-las. O pessoal da sociedade ficou impressionado, e Newton, aos 29 anos, acabou virando membro da Royal Society, do qual seria presidente.

Ele queria provas

Apesar do reconhecimento, Newton seguiu isolado em Cambridge fazendo experiências místicas. Mas passou a ter contato com os filósofos naturais por cartas ou por meio da correspondência oficial da Royal Society. Esse periódico era um protótipo das revistas científicas de hoje, incluindo de pesquisas óticas a relatos sobre hermafroditas, unicórnios e lobisomens.

O contato com os cientistas trouxe dor de cabeça. Newton passou a travar polêmicas brabas com quem discordava de suas idéias. O primeiro inimigo foi Robert Hooke. Apesar do sucesso de ter descoberto a célula, Hooke era um picareta do século 17: anotava em um diário detalhes de noites com várias mulheres, afirmava ter inventado 30 formas de voar (mas não divulgava, para que ninguém as copiasse) e adorava colocar Newton em contradição. Mas a pendenga mais longa Newton travou com o matemático alemão Leibniz, disputando o mérito pela invenção do cálculo, método que permite calcular áreas, volumes e a taxa de mudança em qualquer ponto da função, hoje fundamental para descobrir desde a posição de uma nave espacial até ganhos de uma aplicação financeira. A polêmica sobre quem criou o cálculo permanece.

Mas a amizade e as brigas com os colegas ajudaram Newton a criar suas maiores teorias. Em 1684, ele recebeu a visita de Edmund Halley, um astrônomo curioso a respeito de suas idéias sobre as forças entre o Sol e os planetas. Quatro anos antes, um cometa havia passado duas vezes pelo céu da Europa, fazendo a astronomia entrar na moda. Na época, a idéia da gravitação universal era comentada, mas ninguém conseguia prová-la. Halley fez o professor de Cambridge tentar. Na mesma época, Newton passou a trocar cartas enfurecidas com Hooke sobre o que aconteceria com um objeto solto no alto da Terra. Hooke mostrou várias vezes à Royal Society que Newton havia feito previsões erradas sobre a trajetória do objeto. Isso irritou o alquimista.

Meses depois, impulsionado pelo objetivo de se vingar de Hooke, Newton chegou à Lei da Gravitação Universal. “A correção de Hooke fez com que eu descobrisse o teorema”, confessou anos depois. Com o apoio de Halley, que acabou virando nome do cometa, Newton publicou os Principia em 1687. A gravitação universal foi descrita na última parte do livro. Segundo essa lei, a força entre os planetas depende da massa dos astros e é inversamente proporcional ao quadrado da distância que os separam do Sol. E isso vale para todas as coisas. “Essa teoria faria Newton mostrar que as forças que regem o Universo podem ser demonstradas em menor escala aqui na Terra”, diz Valadares. As 3 primeiras partes dos Principia tratam da inércia do movimento dos corpos. Esses princípios fundaram a dinâmica, ciência que usamos hoje em dia até para calcular se dá tempo de atravessar a rua. Idéias assim, na verdade, já tinham sido pensadas por outros filósofos naturais da época. A diferença é que Newton conseguiu prová-las com base em dados reais das órbitas dos planetas e cometas.

O que havia de revolucionário em Newton não era tanto o que ele pensava, mas como pensava. “A ciência do século 17 não é de resultados palpáveis”, afirma o físico Eduardo Valadares. “O que Newton fez foi estruturar uma maneira diferente de ver o mundo.” No século 17, teses não provadas eram tidas como certas – como a idéia de que o Universo era composto de um éter gosmento que envolvia os planetas – e ninguém achava que fosse necessária alguma comprovação. Newton, diferente da maioria dos colegas, não se dava por satisfeito com uma boa idéia. Foi ele quem fez da ciência um sistema de lançar hipóteses que precisam ser verificadas na prática e matematicamente. É assim, usando o método newtoniano, que nós pesquisamos e pensamos hoje. Não à toa, Newton teve como um dos seus melhores amigos o filósofo John Locke, pai do empirismo, segundo o qual a base do conhecimento não era a imaginação, mas a experiência.

Depois de ter publicado os Principia, Newton foi consagrado e virou figura chique da Inglaterra. Apesar de pouca gente entender o que ele dizia (mais ou menos como as idéias de Einstein), ficou rico e famoso. Foi convidado a participar do Parlamento britânico, tornou-se diretor da Casa da Moeda e presidente da Royal Society. Depois da virada para o século 18, suas idéias começaram a ser usadas na construção das máquinas que iniciariam a Revolução Industrial e no método racionalista do Iluminismo. Nos últimos anos de vida, passou a dedicar mais tempo ao estudo da Bíblia. Suas contas sobre as previsões do Apocalipse viraram uma obra póstuma, Observações sobre as Profecias de Daniel. Foi nela que ele cravou o ano de 1948 como data da segunda aparição de Cristo. Em 1727, enquanto os criadores das máquinas a vapor nasciam na Inglaterra, Newton morreu tentando descobrir a data que Deus tinha marcado para o Juízo Final.

A maçã e a gravidade

A história de que Newton descobriu a gravidade quando uma maçã caiu na sua cabeça é antiga. Um dos primeiros a contá-la foi o filósofo Voltaire, que escreveu sobre Newton e o tornou famoso entre os franceses. Voltaire afirmou ter ouvido a história de uma sobrinha do físico. Já o biógrafo William Stukeley disse ter ouvido do próprio. Segundo eles, o fato teria ocorrido em 1665, quando Newton estava na casa da mãe se protegendo da peste das cidades. À noite, no jardim, uma maçã teria caído não em sua cabeça, mas entre ele e a Lua. Ao ver a cena, Newton teria se questionado se a força que puxava a maçã para baixo era a mesma que fazia a Lua girar em torno da Terra. Verdade ou não, o fato é que o físico ainda demoraria duas décadas para fazer essa descoberta.

Gay?

Não há registros de que Newton teve relações com mulheres. Se algum dia se apaixonou, foi por um homem: Nicolas Fatio de Duillier, um jovem matemático suíço. Cartas entre os dois intrigam os historiadores. Têm vários códigos e palavras cortadas. Os dois provavelmente trocavam dados sobre alquimia, daí a razão da escrita misteriosa. Mas pouca gente sabe a razão para o tom melodramático das cartas. “Pretendo ir a Londres na próxima semana e ficaria muito feliz de hospedar-me junto a ti”, disse Newton na primeira carta. Meses depois, ao saber que Fatio estava doente, escreveu: “Recebi tua carta e o quanto fui afetado não posso exprimir”. Newton viajou várias vezes para Londres só para encontrar Fatio. A amizade durou 4 anos, até o jovem ir embora para sempre da Inglaterra.

Fonte: www.super.abril.com.br

domingo, 17 de abril de 2011

Illuminati: os soldados da Nova Ordem ( postagem I)


Os iluminados de idéias radicais que se rebelaram contra a Igreja no século 18 e se misturaram à maçonaria para criar a mais poderosa organização subterrânea que já existiu

A imagem mostra personalidades conhecidas, fazendo um mesmo sinal, que muitos dizem ser Illuminati.


por Texto Eduardo Szklarz

No livro Anjos e Demônios, de Dan Brown, o professor Robert Langdon faz uma descoberta assustadora. Ao analisar o peito de um físico assassinado, ele vê a marca de uma antiga fraternidade secreta conhecida como Illuminati – a mais poderosa organização subterrânea que já existiu. Seus membros ressurgem das sombras para concluir a batalha contra seu pior inimigo: a Igreja Católica.

Parece mesmo livro de ficção. No entanto, muitos pesquisadores garantem que há algo de verdade nessa história. E vão além, dizendo que os Illuminati estão por aí até hoje e pretendem acabar com as identidades nacionais, destronar os monarcas e estabelecer o que chamam de Nova Ordem Mundial – uma espécie de governo global dominado por meia dúzia de mentes brilhantes. “Graças à fuga de vários membros dos illuminati, começamos a conhecer a existência de um plano infernal que pretende submeter 99% da humanidade aos caprichos malvados de 1%”, diz o escritor e numerólogo americano Robert Goodman, que acaba de lançar na Espanha El Libro Negro de los Illuminati (“O Livro Negro dos Illuminati”, inédito no Brasil).


Os mais perfeitos


Goodman joga no time dos “teóricos da conspiração”, que vêem rastros da antiga irmandade em todo canto – dos atentados do 11 de Setembro à morte de Diana, a princesa de Gales. Outros investigadores são menos alarmistas, mas não deixam de expressar medo. “De todas as sociedades secretas que pesquisei, os Illuminati são de longe a mais vil”, diz a americana Sylvia Browne, autora de As Sociedades Secretas Mais Perversas da História (Prumo, 2008). “Embora 75% do que se diz sobre eles seja especulação, preocupo-me com os outros 25%.”

Ao longo dos séculos, o termo illuminati (“iluminados”, em latim) foi usado para denominar diversas organizações, reais e fictícias. Hoje, ele se refere principalmente aos Illuminati da Baviera, uma sociedade secreta criada na Alemanha pelo filósofo Adam Weinshaupt, no ano de 1776. Weinshaupt foi educado por padres jesuítas, mas tinha uma queda por rituais pagãos e pelo maniqueísmo – uma religião fundada pelo profeta persa Mani, no atual Irã, cujo dogma é dualístico: diz que a luz e a escuridão (Deus e o Diabo) estão em constante disputa para reclamar a alma das pessoas.

“Weinshaupt decidiu formar um corpo de conspiradores para libertar o mundo do que chamava de dominação jesuíta da Igreja em Roma, trazendo de volta a pura fé dos mártires cristãos”, diz Sylvia. “Foi assim que ele fundou a Sociedade dos Mais Perfeitos, nome que mudou para Illuminati (na sua tradução, os ‘intelectualmente inspirados’). Os 5 membros originais foram escolhidos entre os alunos da Universidade de Ingolstadt, onde ele ensinava direito canônico.”

Os pupilos tinham de jurar obediência à organização, que se dividia em 3 categorias. A mais baixa, Berçário, incluía os níveis Preparação, Noviço, Minerval e Illuminatus Menor. Depois vinha a Maçonaria, com os graus Illuminatus Major e Illuminatus Dirigens. Já a mais alta, Mistérios, englobava os graus Presbítero, Regente, Magus e Rex – o supremo.

Nas reuniões do grupo, Weinshaupt atendia pelo nome de Spartacus e transmitia aos alunos ensinamentos proibidos pelo clero. Embora alguns pesquisadores digam que ele conseguiu ingressar na maçonaria, ninguém parece ter provas de que os maçons apoiaram suas idéias radicais. Certo é que o grupo de 5 iniciados se expandiu pela Alemanha, despertou a desconfiança do governo e virou alvo de intensa repressão. Tanto que Weinshaupt precisou fugir do país em 1784. Para muitos, foi o fim dos Illuminati. Outros acreditam que o grupo continuou a operar na clandestinidade, defendendo ideologias como o anarquismo e o comunismo. Assim, estariam por trás da Revolução Francesa, da Revolução Russa e do nascimento dos EUA.

Governo global

Segundo a turma da conspiração, a influência dos Illuminati nos EUA foi tamanha que vários de seus símbolos estão estampados na nota de US$ 1 (leia mais no quadro acima). “Eles usam sinais para transmitir informação entre si. O presidente Roosevelt, maçom de grau 33, aproveitou o desenho na nota para incluir toda essa informação como pista para novos projetos dos Illuminati”, diz Goodman. “Um deles seria a 2ª Guerra Mundial, uma espécie de ensaio geral da Nova Ordem.”


Para alguns pesquisadores, grupos herdeiros dos Illuminati hoje manejam as finanças, a imprensa e a política internacionais. Entre essas organizações estariam sociedades secretas como a “Crânio e Ossos” (Skull and Bones), uma fraternidade dos estudantes da Universidade Yale, e o clube Bilderberg, que reúne políticos, empresários, banqueiros e barões da comunicação (leia mais nas reportagens das págs. 60 e 62). “Acredita-se que eles querem um único governo global”, diz a pesquisadora espanhola Cristina Martin, autora do livro El Club Bilderberg (sem tradução para o português). “Um mundo com uma só moeda, um só exército e uma só religião.”

Os códigos da verdinha


Supostos símbolos dos Illuminati escondidos na nota de US$ 1

Especialistas dizem que os Illuminati deixaram várias pistas de sua influência sobre a sociedade americana na nota de US$ 1. No verso, há uma pirâmide cujo cume representa a elite da humanidade, esclarecida pelo “olho que tudo vê” – um símbolo emprestado de outra sociedade secreta, a maçonaria. A base da pirâmide é cega e feita de tijolos idênticos, que representam a população. A inscrição em latim Novus Ordo Seclorum (“Nova Ordem dos Séculos”) alude ao grande projeto dos Illuminati. O número 13, utilizado nos rituais do grupo, aparece em vários lugares: nas estrelas sobre a águia, nas flechas que ela segura com uma das patas, nos frutos e folhas do ramo que ela segura com a outra, nas listras verticais do escudo à frente da águia e nos 13 andares da pirâmide. “Precisamos de lupa para ver outro detalhe na frente da nota: uma minúscula coruja, símbolo da fraternidade, que aparece no canto superior direito”, diz o jornalista espanhol Santiago Camacho, autor de La Conspiracion de los Illuminati (“A Conspiração dos Illuminati”, inédito no Brasil).

Onde estão as pistas

1. Olho que tudo vê

2. Pirâmide de tijolos iguais

3. Inscrição Novus Ordo Seclorum

4. 13 estrelas

5. 13 frutos e folhas

6. 13 listras verticais

7. 13 flechas

8. Coruja

Fonte da matéria: www.super.abril.com.br

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Crânio da mulher aumentou com o tempo

Por Thiago Perin 5 de abril de 2011



É o que indicam análises de crânios europeus que remontam a 400 anos atrás, feitas por pesquisadores dos EUA. Normalmente, assim como o corpo, o crânio do homem tende a ser maior do que o da mulher. Mas, comparando ossadas, os caras notaram que essa diferença está desaparecendo com o tempo. Eles não estabeleceram o quanto, mas afirmam que as características craniofaciais dos esqueletos femininos estão mais parecidas com as dos masculinos hoje do que eram no século 16. (O que não está, necessariamente, relacionado ao tamanho do cérebro.) A “culpa” pode ser da alimentação moderna ou de outros fatores ambientais, supõe a líder do estudo, Ann Ross. É isso aí: igualdade em todos os sentidos.

Fonte: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/cranio-da-mulher-aumentou-com-o-tempo/

segunda-feira, 14 de março de 2011

Existe amnésia alcoólica?

Não é desculpa de bêbado: quanto mais bebida, menos memória.

Nem todo mundo que bebe, dá vexame e depois diz que não lembra de nada está mentindo. "Amnésia alcoólica existe, sim. E é inclusive bem comum após a ingestão excessiva de álcool" , afirma o psiquiatra Arthur Guerra, supervisor do Grupo de Estudos sobre Álcool e Drogas da USP.

Se você beber pouco, vai ficar animado, falante e lembrar de tudo. Mas, com o acúmulo de doses, o álcool passa de estimulante a sedativo. "É como passar por uma endoscopia: você não recorda o que houve um pouco antes, durante e logo após o exame" , diz Carlos Salgado, presidente da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas.

O que não significa que memória de bêbado não tem dono. 'É como se elas tivessem uma senha e, para destravá-las, fosse preciso reproduzir as condições em que foram adquiridas" , diz o neurocientista da USP Gilberto Xavier. Ou seja, para relembrar o que aconteceu durante uma bebedeira, o jeito é beber de novo.


Fonte: Revista Super Interessante

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Você Sabia??

As 10 cervejas mais vendidas no mundo


Exclusividade, a lista das cervejas mais vendidas em 2009. Todas elas são claras, leves, não têm mais de 5% de concentração de álcool e patrocinam algum tipo de esporte. Duas delas são light (!), três são chinesas e uma é brasileira. E você sabia que a Skol é dinamarquesa?

10. Yanjing

Tipo: Pale lager (cor clara e muito transparente, sabor moderadamente amargo)

Volume de álcool: 4.5% (garrafa 330mL)

Terra natal: China

Patrocinou: Olimpíadas de Beijing

É cerveja oficial do Partido Comunista Chinês.

9. Coors Light

Tipo: Light (102 Kcal por lata de 350 mL)

Volume de álcool: 4,2%

Terra natal: Canadá

Patrocina: a Liga Nacional de Futebol Americano (NFL) e as corridas de Nascar.

Todas as suas embalagens vêm com “Certificado de Frio”: uma tinta especial que muda de cor quando a temperatura fica a menos de 4°C.

8. Heineken

Tipo: Pale lager

Volume de álcool: 4,3%

Terra natal: Holanda

Patrocina: UEFA (União das Federações Europeias de Futebol) e diversos festivais musicais pela Europa, como o Oxegen, maior festival de música da Irlanda.

Possui um aplicativo pra iPhone conectado ao Facebook que serve para chamar seus amigos virtuais pra beber – na vida real, supostamente.

7. Tsingtao

Tipo: Pilsener (pálida, amarela e com presença de lúpulo)

Volume de álcool: 4,7%

Terra natal: China

Patrocinou: Olimpíadas de Beijing

Criada por alemães instalados na região, passou pelas mãos de japoneses e famílias chinesas até ser estatizada.

6. Brahma

Tipo: Pilsener

Volume de álcool: 5%

Terra natal: Brasil

Patrocina: Seleção Brasileira de Futebol, Copa do Mundo, Festa do Peão de Boiadeiro de Barretos e carnaval de diversas cidades brasileiras.

Já teve Fernanda Montenegro, Maitê Proença, Mussum e Luiz Gonzaga como garotos propaganda da marca.

5. Corona

Tipo: Pale lager

Volume de álcool: 4,6%

Terra natal: México

Patrocina: Associação Profissional de Golf Feminino (LPGA), as corridas de Nascar no México, além de promover o Corona Music Fest, também no México.

Sua garrafa é transparente, “marca registrada” que faz com que ela se estrague mais rápido quando exposta ao sol ou a lâmpadas fortes. Talvez os mexicanos bebam no escuro.

4. Budweiser

Tipo: American Lager (Leves, claras, gaseificadas e aguadas)

Volume de álcool: 5%

Terra natal: Estados Unidos

Patrocina: Copa do Mundo, uma equipe de corrida Nascar e cavalos Clydesdales, utilizados para divulgação da marca.

Compartilha o mesmo nome da cerveja tcheca produzida em Budweis desde o século XIII (a americana foi criada em 1876). A justificativa da Bud americana é que a coincidência se deve ao estilo da cerveja (Budweiser significa “de Budweis”). A confusão dos nomes faz com que a marca americana seja vendida como Bud na Europa, onde a Budweiser Budvar (a tcheca) também é distribuída.

3. Skol

Tipo: Pilsener

Volume de álcool: 4,7%

Terra natal: Dinamarca

Patrocina: Seleção Brasileira de Futebol, Brasil Surf Pro (circuito de surf brasileiro), Carnavais de Recife e Olinda (PE), festas de São João em Campina Grande e Patos (PB), e diversos shows musicais. Possui um festival de música que acontece por todo o país, o Skol Beats.

Skol vem da expressão sueca “Skål”, que significa ‘Saúde!’ e é utilizada quando os loirinhos lá do norte fazem um brinde. É Dinamarquesa, mas tem licença para ser fabricada no Brasil desde 1967.

2. Bud Light

Tipo: Light (95 Kcal por lata de 350 mL)

Volume de álcool: 4,2%

Terra natal: Estados Unidos

Patrocina: NBA (Associação Nacional de Basquete dos EUA), UFC (associação americana de MMA), seleção mundial mexicana de futebol, entre outros.

Era a cerveja mais vendida no mundo até ser desbancada pela…:

1. Snow

Tipo: American Lager

Volume de álcool: 4,3%

Terra natal: China

Patrocina: Uma edição do “Man Vs Wild”, reality show do Discovery Channel britânico parecido com o No Limite, traduzido no Brasil como “À prova de tudo”.

Na China, é chamada de Xue Hua, que significa, literalmente, “flor da neve”.

É a única cerveja da lista vendida exclusivamente em um país – sorte dela que é no de maior população do planeta!

Fonte: The U.S. Beer Market: Impact Databank Review & Forecast, 2010 Edition

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

você sabia?

Como surgiu a tradição de brindar?


"Os relatos mais antigos de brindes remontam aos gregos e fenícios, segundo Jennifer Rahel Conover, autora do livro."

por Julia Moióli

Ao erguer suas taças de vinho, os povos antigos faziam uma oferenda simbólica a seus deuses. Os relatos mais antigos de brindes remontam aos gregos e fenícios, segundo Jennifer Rahel Conover, autora do livro Toasts for Every Occasion (“Brindes para Todas as Ocasiões”, inédito no Brasil). Para saciar a sede das divindades, os romanos adotaram o hábito de derramar um pouco da bebida no chão – algo como o costume de dar um gole de cachaça “pro santo”, comum no Brasil. Além disso, o brinde selava o fim de conflitos. O vencedor dava o primeiro gole para provar que não iria envenenar o adversário. “E, ao bater um copo no outro, os romanos achavam que os venenos se depositariam no fundo das taças”, afirma John Bridges, autor do livro A Gentleman Raises his Glass (“Um Cavalheiro Ergue seu Copo”, inédito no Brasil). Na ameaça de intoxicação também está uma das hipóteses sobre a origem da exclamação “saúde!”, que acompanha os brindes: na Grécia antiga, isso poderia ser uma promessa de que a bebida estava boa.

Fonte: www.super.abril.com.br

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

No Concurso Público de Governador ainda teve quem reclamou!

Este vídeo abaixo mostra o momento em que o portão de uma escola estava sendo fechado para a realização prova do Enem. Olha o desespero dos alunos para entrarem antes do fechamento, e olhem só, contem quantos segundos levou para chegar, essa menina de blusa laranja, após o fechamento do portão.



Tadinha da menina. Isso é uma "puta falta de sacanagem"

No dia do Concurso Público aqui de Governador, ainda teve gente que reclamou depois de chegar minutos atrasado.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

6 produtos perigosos que usamos todos os dias

Livia Aguiar 25 de outubro de 2010


Homens se gabam de serem simples, em comparação as mulheres e todas as opções de produtos de beleza femininos disponíveis no mercado. Mas de alguns ítens é difícil escapar: desodorante, shampoo, condicionador, perfume, creme de barbear… Cada um deles possui diversos ingredientes que podem fazer mal a você e ao planeta.

Duvida? Leia esta lista e desconfie das letras minúsculas dos rótulos dos produtos que você tem em casa.

Espuma de barbear

São tão malignos que você não quer nem saber o que há neles. Sério.

Se ficou curioso, veja a lista: butano (o conhecido gás de cozinha), uréia de diazolidinyl (que libera formaldeído, substância que pode causar dificuldades respiratórias), trietanolamina (um importante ingrediente do gás mostarda, arma química criada durante a Primeira Guerra Mundial e que pode causar câncer), parabeno (que enfraquecem imitadores de estrogênio, presentes nas pílulas anticoncepcionais).

Para ficar longe de todas essas toxinas, faça a barba com óleos orgânicos, como óleo de amêndoas, géis de barbear ou adote um visual lenhador e não faça a barba.

Pós-barba

Se você decidiu parar de fazer a barba, pule este tópico. Se não… jogue fora o seu pós-barba. Ele contém álcool, que seca a pele quando ela precisa de hidratação. Água fria é suficiente para fechar os poros após a raspagem dos pelos.

Shampoo

Para fazer espuma, o Lauriléter sulfato de sódio e seus derivados são bastante utilizados. Há grandes chances de eles serem causadores de câncer. O shampoo também pode conter parabeno (o mesmo que está presente na espuma de barbear).

Perfume

A maioria dos perfumes e águas de colônia (femininos e masculinos) possuem diversos produtos químicos que podem afetar o esperma. Pois é, muitas marcas possuem petroquímicos, parabeno e ácido pthalic em sua fórmula, que podem afetar a quantidade e velocidade dos espermatozóides, além de causarem danos no DNA dos pequenininhos. Tenso.

Desodorante e antitranspirante

Costumam conter os seguintes ingredientes “do mal”:

Triclosano: antibactericida, ele deixa as bactérias mais resistentes e pode até mudar o sexo dos peixes (!).

Sais de alumínio: são uma neurotoxina que pode estar associada ao mal de Alzheimer (aquele da perda de memória, lembra?).

BHT: são menos utilizados na fabricação de desodorantes, mas muito perigosos. Estudos relacionam a substância ao surgimento de câncer, podem afetar o sistema nervoso e são classificados como “provavelmente tóxicos e prejudiciais” pela Lista de Sustâncias Domésticas do Departamento de Meio Ambiente do Canadá. Nossos avós usavam talco nas axilas – e depois deste post, acho que vou aderir à prática.

Hidratante

Possui mais de 30 substâncias que vêm do petróleo, contêm silicone e outros ingredientes malignos para você e para o planeta. Substitua por produtos orgânicos à base de manteira de karité ou use óleos naturais.

(Com informações da Good Magazine)

Fonte : www.superinteressante.com.br

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Por que a Empresa se Chama...?

por Thiago Blumenthal
TAM
Táxi Aéreo Marília foi homenagem dos fundadores à sua cidade natal, no interior paulista. Hoje a TAM delega os voos para Marília a outras companhias.

BASF
Famosa no Brasil pelas fitas cassete, a Badische Anilin und Soda-Fabrik ("fábrica de anilina e soda da região de Baden") lucra principalmente com produtos químicos.

YKK
Observe o zíper mais próximo: é provável que nele esteja a sigla da Yoshida Kogyo Kabushikigaisha (algo como "Corporação Manufatureira Yoshida"), a nº1 dos zíperes.

HBO
Como box office é "bilheteria", a Home Box Office seria uma "bilheteria caseira", referência às origens do canal, célebre por passar sucessos do cinema antes dos outros.

ASICS
Abreviação do latim alma sana in corpore sano, "alma sã em corpo são" - a gigante esportiva japonesa trocou mens por alma. É, MSICS não iria pegar.

TNG
Trata-se de uma compressão de teenager, "adolescente" em inglês. Não que a marca algum dia tenha sido teen, mas o objetivo era deixar o guarda-roupa adulto menos sisudo.

HSBC
Note que na publicidade deles sempre há orientais. Pois o banco surgiu na Ásia, em 1865, como Hongkong and Shanghai Banking Corporation Limited - só o "L" não vingou.

AXN
A intenção era comprimir o som de action ("ação" em inglês), "équichon". Ficou na intenção, pois todos soletram, "êi-éx-ên". Pra não perder o costume: era o canal onde passava Lost.

C&A
Em 1841, os irmãos Brenninkmeijer abriram uma loja de tecidos na Holanda. Sintéticos, Clemens e August batizaram o empreendimento com suas iniciais.

M&M's
Sensação entre soldados na 2ª Guerra com o slogan "derrete na sua boca, não na sua mão", surgiu da parceria de dois Ms: Forest Mars e Bruce Murrie.

3M
Surgiu em 1902 como Minnesota Mining and Manufacturing ("Minnesota Mineração e Manufatura"), e economizou 29 caracteres ao encurtar para 3M.

LG
O nome surgiu da junção de duas marcas de eletrônicos sul-coreanas, Lucky e GoldStar. Mas eles preferem que você associe as letras ao slogan "life’s good" - "a vida é boa".

CVC
Como os irmãos C&A, Carlos Vicente Cerchiari usou suas iniciais na marca. Em 1976, CVC saiu da agência de viagens, mas sua sigla ficou.

IBM
Pode chamar de International Business Machines, "[companhia] internacional de máquinas de negócios". É de 1924, quando computador não era pessoal, mas financeiro.


TNT
Mistura de explosivo com nome do fundador, a Turner Network Television surgiu transmitindo esportes, virou canal de filmes clássicos e hoje passa de um tudo.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Por que as bebidas alcoólicas causam ressaca?

por Diogo Ferreira Gomes
Porque o álcool se espalha por várias partes do corpo, via corrente sanguínea, causando uma bagunça generalizada no dia seguinte à bebedeira. Embora a ressaca ataque mais forte quanto mais se bebe, nem todo mundo sente os mesmos sintomas na mesma intensidade - estudos do Centro de Pesquisas Ernest Gallo, na Califórnia, sugerem até que haja um gene capaz de determinar a resistência das pessoas ao álcool. Dentre as receitas populares para evitar ou remediar a ressaca, o único consenso entre médicos e pesquisadores é o de que tomar muita água antes, durante e depois de beber evita a desidratação, um dos piores sintomas da ressaca. O_o

DESCE MACIO E DESANIMA Sintomas da ressaca se manifestam dos rins à cabeça .


BARRIGA D’ÁGUA Quando o álcool é absorvido pelas células da parede intestinal, acaba atrapalhando a absorção de água. O resultado é que as fezes ficam diluídas, provocando uma baita diarreia. Como a água passa direto pelo intestino, o organismo perde muito líquido e fica desidratado .

ATÉ CAIR Região atacada pelo álcool, o cerebelo é a parte do cérebro responsável pela coordenação motora. Os efeitos mais comuns dessa desregulagem são as mãos trêmulas no dia seguinte. Em casos extremos, pode rolar desequilíbrio e quedas, além de tremor por todo o corpo .

TANTAS EMOÇÕES Ansiedade e depressão podem ser estimuladas pela falta de bebida. Funciona mais ou menos assim: primeiro, o álcool excita neurotransmissores no sistema límbico. Quando o cérebro sente falta da bebida, porém, acentua reações emocionais que a pessoa manteria sob controle em condições normais .

LUZ ALTA Neurotransmissores que captam estímulos como luminosidade e sons são inibidos pelo álcool. Quando o efeito passa, porém, ficam superestimulados, e qualquer barulho ou luz os sobrecarrega. Além disso, as pupilas, dilatadas, não regulam a entrada de luz BOTA FORA O álcool estimula a produção exagerada de suco gástrico, irritando as paredes do estômago - daí para o vômito é questão de pouco tempo. Quando o que entrou sai pela boca, irrita o esôfago pelo caminho. Embora não funcione, muita gente força o vômito para tentar eliminar o álcool ingerido .

DOA A QUEM DOER A pressão aumenta para bombear o sangue mais grosso pela desidratação. Artérias dobram de espessura e causam a dor em quem sofre de enxaqueca. A dor também pode vir por outro motivo: irrigados pela alta pressão, os músculos ao redor do crânio o comprimem .

MOLE, MOLE A fadiga da manhã seguinte é causada, em parte, porque durante a bebedeira o álcool inibe um estimulante natural do organismo: a glutamina. Quando o efeito do álcool diminui, o corpo produz muita glutamina para compensar. Isso agita o cérebro e impede que o sono seja profundo e reparador.

NA SECA O álcool tem função diurética, ou seja, estimula a expulsão de água do corpo, via urina, mesmo que haja pouca água no sangue. Isso ocorre porque ele inibe a ação do hormônio ADH, antidiurético que regula o nível de água na corrente sanguínea. Taí a origem da desidratação.

Fonte: mundoestranho.com.br