quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Reveillon de Governador
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
Casal feliz
convencida a mulher... kkk ri muito
"olhos verdes lindos"
vale apena ver até o final..
Diz ela que tem o homem que quiser... "bixa doida"
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
Brincadeira que não terminou bem
Aviso: A cena é um pouco forte
Será que esta cena aconteceu de verdade, ou é uma montagem?
se os gritos da menina que estava filmando for farsa, ela é muito boa atriz.
Por que o brasileiro lê pouco?
"Os professores costumam indicar livros clássicos do século 19, maravilhosos, mas que não são adequados a um jovem de 15 anos", diz Zoara Failla, do Instituto Pró-Livro. "Apresentado só a obras que considera chatas, ele não busca mais o livro depois que sai do colégio." Muitos educadores defendem que o Brasil poderia adotar o esquema anglo-saxão, em que os clássicos são um pouco mais próximos, dos anos 50 e 60, e há menos livros, que são analisados a fundo. Mas aí teria de mudar o vestibular, é isso já é outra história.
Fonte Instituto Pró-Livro, ANL, Centro Regional para el Fomento del Libro en América Latina, el Caribe, España y Portugal (Cerlalc).
"Aproveitando o tema, queria deixar aqui uma dica de livro. Já li este livro faz um tempinho, achei um dos melhores q já li. Pra quem gosta de ficção não irá se arrepender de ler... ainda aprenderá um pouco sobre os Franco-Maçons.
trata-se de "O Símbolo Perdido" do escritor DAN BRONW . O mesmo que escreveu Anjos e Demônios e Código da Vinci."

Sinopse
Depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus conhecimentos de simbologia e sua habilidade para solucionar problemas. Em 'O Símbolo Perdido', o professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana - o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
você sabia?
"Os relatos mais antigos de brindes remontam aos gregos e fenícios, segundo Jennifer Rahel Conover, autora do livro."
por Julia Moióli
Ao erguer suas taças de vinho, os povos antigos faziam uma oferenda simbólica a seus deuses. Os relatos mais antigos de brindes remontam aos gregos e fenícios, segundo Jennifer Rahel Conover, autora do livro Toasts for Every Occasion (“Brindes para Todas as Ocasiões”, inédito no Brasil). Para saciar a sede das divindades, os romanos adotaram o hábito de derramar um pouco da bebida no chão – algo como o costume de dar um gole de cachaça “pro santo”, comum no Brasil. Além disso, o brinde selava o fim de conflitos. O vencedor dava o primeiro gole para provar que não iria envenenar o adversário. “E, ao bater um copo no outro, os romanos achavam que os venenos se depositariam no fundo das taças”, afirma John Bridges, autor do livro A Gentleman Raises his Glass (“Um Cavalheiro Ergue seu Copo”, inédito no Brasil). Na ameaça de intoxicação também está uma das hipóteses sobre a origem da exclamação “saúde!”, que acompanha os brindes: na Grécia antiga, isso poderia ser uma promessa de que a bebida estava boa.
Fonte: www.super.abril.com.br
Quem tem coragem de dizer que ta errado??
Eu sempre bolo de rir com esse programa, esse foi um dos dias que mais me diverti "rsrsrs"
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
No Concurso Público de Governador ainda teve quem reclamou!
Tadinha da menina. Isso é uma "puta falta de sacanagem"
No dia do Concurso Público aqui de Governador, ainda teve gente que reclamou depois de chegar minutos atrasado.
Novo Bon Jovi
Esse cara é bom viu? empolgou o resto da torcida!!
Nem tudo é o que parece
A primeira impressão é a que fica! Que braço em ?? "rsrsr"Sem Perder o Rebolado
Confiram a apresentação abaixo:



